Uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos - é esta a visão que a Parque Escolar tem para o ensino em Portugal.
Biblioteca no centro
O ensino está a mudar, diz Teresa Heitor ( Arquitecta, vogal do conselho de administração da Parque Escolar). "Hoje não se centra apenas no ministrar de conhecimento e competências básicas de professor para aluno. Vai mais longe. Há princípios que a escola tenta divulgar que têm a ver com um melhor acesso à informação, uma capacidade para gerir essa informação". Num modelo muito inspirado em experiências de países como a Finlândia ou a Holanda, a Parque Escolar propõe uma escola com espaços mais informais (é o conceito da learningstreet, ver texto nestas páginas), locais para pequenas exposições de trabalhos e, acima de tudo, uma biblioteca, que passa a assumir um lugar central, com jornais, revistas, computadores, Internet. (...)
A biblioteca deve ser um "espaço aberto à comunidade": juntas de freguesia ou outras entidades poderão usá-las para iniciativas abertas ao exterior.
http://www.publico.pt/Cultura/as-novas-escolas-querem-mudar-o-ensino-em-portugal_1440839
Um audiolivro de Carla Maia de Almeida e André Letria, para o público mais novo.
Diálogos divertidos (sobretudo sobre a dificuldade de diálogo entre uma mãe e um filho), conquistas no namoro, peripécias com os amigos ou dias em que tudo parece correr mal a um jovem. Um livro novo de BD, na Biblioteca Escolar, da colecção Zits.
Paralelismo entre os gelados, o seu fabrico e a web 2.0. A sociedade da informação e a democratização do acesso à informação e ao conhecimento. Porque é necessário transformar a informação em saber.
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